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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Silêncio



Uma tarde qualquer, estirada na grama me refugiando na sombra. É o sol,é a paisagem é o silencio é o nada. Sentir em meus cabelos a brisa do vento que por aqui passou.
É um sentimento, um lamento um tormento. É a paz do lugar, a inocência em meu olhar quando pro céu passo a olhar. Desprendi-me desse mundo, esqueceram o meu nome, não sabem mais o numero do meu telefone.é algo que eu tinha que esquecer é algo que nem tem como eu dizer. Mas é o silencio, frio e aconchegante, meu português simples e errante que por essas linhas há de errar. É o devaneio, é a paz. 

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